| |
|
|
|
 |
|
 |
|
| |
|
| |
|
|
3.1.
Quantas amostras?
Em
criações de frangos de corte, aves de no mínimo 20 lotes devem
ser examinadas a cada 6 meses (10 aves de cada lote). Inicialmente,
os lotes são escolhidos ao acaso (alternativamente, podem
ser selecionadas 10 granjas com bons resultados e outras 10
com histórico de resultados insatisfatórios). Depois desta
seleção inicial, os testes seguintes devem ser realizados
nas mesmas granjas. No caso de poedeiras comerciais, podemos
realizar a avaliação a cada novo lote.
|
|
| |
|
|
|
| |
|
|
-
35 a 40 dias Quando o vírus vacinal consegue romper a barreira
de anticorpos maternais e atingir a BF, ocorre lise de células
linfóides, principalmente da camada cortical dos folículos.
Nesse caso, as células degeneradas são repostas por novas
células linfóides jovens (linfoblastos), que migram a partir
da zona centro-folicular, promovendo a regeneração do tecido
linfóide destruído. Assim, o tamanho da BF permanece relativamente
estável (vide avaliação com BURSÔMETRO, item 4.1).
O grau da lesão da BF varia de acordo com o poder de invasão
da cepa viral envolvida: Infecções por vírus de baixa ou moderada
patogenicidade ocasionam lise das células linfóides tanto
da camada cortical como também de parte da camada medular
do folículo, diminuindo assim sua capacidade de regeneração
e conseqüentemente promovendo atrofia mais severa da BF.
Infecções por vírus altamente patogênicos provocam destruição
maciça do tecido linfóide córtico-medular, com posterior substituição
por tecido fibroso e atrofia muito marcante, que se manifesta
clinicamente por meio da diminuição considerável do tamanho
da BF.
Por outro lado, se a BF de aves de lotes vacinados estiver
totalmente íntegra nessa faixa de idade, provavelmente o vírus
vacinal não atingiu o órgão-alvo, não exercendo assim seu
efeito característico. Nesse caso, devemos rever o processo
de vacinação empregado, bem como as características e a dose
da cepa vacinal escolhida (item 4.2).
|
|
| |
|
|
A
Fort Dodge recomenda: Durante as avaliações
de 21 a 25 e de 35 a 40 dias, se forem observados
tamanhos de BF consistentemente diferentes do
padrão esperado (item 4), proceder à
coleta de fragmentos de órgãos (BF,
fígado, baço, rins etc.) para exame
hispatológico. estas amostras devem ser
reservadas e mantidas em formol 10%. Além
disso, recomendamos que seja programada a coleta
de soros no abate do(s) lote(s) suspeito(s), visando
à realização de provas sorológicas
complementares e/ou diagnóstico diferencial.
|
|
|
|
| |
|
|
3.3.
Como fazer? As Bolsas de Fabrício coletadas são
classificadas utilizando-se o BURSÔMETRO (Figura 2), um instrumento
de manipulação simples e de grande praticidade.
|
|
| |
|
Figura
2
|
|
|
|
|
|
Após
a necropsia das aves as BF devem ser cuidadosamente removidas
da carcaça, tomando-se o cuidado de retirar os restos de tecido
que normalmente ficam aderidos à sua superfície externa. A
seguir, as bolsas são medidas e recebem um escore.
Cada orifício do BURSÔMETRO representa um diâmetro específico,
em uma escala de 1 a 8. O escore será correspondente ao menor
orifício pelo qual a amostra passar completamente.
|
|
| |
|
|
Notas:
o A bolsa deve transpor o orifício sem que se use de força.
Se a amostra não transpassar o orifício, considerar o escore
imediatamente acima. o A média aritmética ou geométrica dos
escores das amostras ou dos resultados de várias granjas NÃO
deve ser extraída. o A atribuição dos escores deve ser feita
utilizando-se exclusivamente números inteiros de 1 a 8 (não
utilizar números decimais).
|
|
| |
|
|
|
|
|
Saúde
Animal
|
|
|
|