5.1.2. Condutividade Elétrica
Este método parte do princípio de que a água é um excelente condutor de eletricidade, enquanto que o óleo mineral é um isolante natural. Uma corrente elétrica é produzida no interior da amostra através da introdução de um ânodo e de um cátodo. Se a emulsão estiver íntegra, a fase externa (oleosa) impede a passagem de corrente entre os pólos positivo e negativo. (Figura 8).
Se houver rompimento da emulsão e exposição da fase aquosa interna, haverá passagem de corrente, indicada pelo amperímetro (Figura 9).
 
 
     
 

5.2. Viscosidade
A medida que fluidos como água, óleo ou sangue fluem através de um tubo, cria-se uma resistência, originada por forças de atrito entre as paredes do tubo e o líquido. A viscosidade é uma medida da resistência ao escoamento de um determinado fluido. A viscosidade de uma emulsão decresce a medida em que aumenta sua temperatura, e é expressa em Pascal/ segundo (Pa.s) ou Poise / Centi Poise (1 Pa.s = 10 poise).

5.3. Densidade
É a relação entre a massa (g) de um corpo e seu volume (ml). Se considerarmos como exemplo 1 litro de água, óleo e mercúrio, todos apresentam massas diferentes contidas neste mesmo volume. É importante lembrar que o óleo é mais viscoso que a água, porém menos denso.

Nota: Seringabilidade é uma medida subjetiva que refere-se ao grau de facilidade que um fluido apresenta ao ser extraído do frasco e injetado através de uma seringa. Um produto oleoso com boa seringabilidade garante maior praticidade de aplicação e contribui para diminuir a fadiga do operador.

 
 
Destaques da linha de vacinas inativadas
Fort Dodge:
 
       
6.1. O sistema ACL ("Avian Cell Line")
Com o aumento da incidência da doença de Gumboro no Brasil, a transferência de proteção passiva aos pintainhos durante os primeiros dias de vida tornou-se fundamental para evitar-se as formas clínica precoce e subclínica dessa enfermidade.
Os substratos tradicionais para a produção de vírus de Gumboro incluem ovos embrionados, fibroblastos de embrião de galinha (FEG) e tecido de Bolsa de Fabrício (BF) (Figura 10).
Se a BF é um substrato natural e que exige pouca adaptação do vírus vacinal, parece ser o substrato ideal. Por que não usá-la?
 
 
 
Um dos principais problemas é o alto custo. Além disto a produção de vacinas de qualidade constante, a partir deste substrato, é um desafio devido às variações normais encontradas no tecido da bolsa. Outra preocupação é a possibilidade de contaminação do substrato por patógenos estranhos. Recentemente, testes conduzidos pelo NVSL-USA em graneis de vacinas produzidas em bolsa detectaram a presença do vírus da anemia infecciosa das galinhas (CAV) em 44% das amostras.
 
 
 
 
As vacinas inativadas da Fort Dodge Saúde Animal Ltda. incluem a fração Gumboro produzida com a exclusiva tecnologia ACL, que confere títulos de anticorpos mais altos e persistentes. Esta habilidade decorre do cultivo do vírus em uma célula de linhagem especial, selecionada para propiciar a replicação consistente do antígeno, preservando suas propriedades imunogênicas.
 
   
  Principais objetivos atingidos com o desenvolvimento do projeto ACL:
ü Propagação do IBDV em altos títulos sobre a linhagem celular;
ü Manutenção do espectro de proteção da cepa selecionada;
ü Garantia de qualidade constante do produto final, partida após partida;
ü Isenção de agentes estranhos potencialmente contaminantes;
ü Fim da necessidade de adaptação do vírus semente.
 
 
     
 

Saúde Animal