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» 20/01/2009 - Biodectin: solução Fort Dodge para proteger ovinos
O
Biodectin, medicamento da Fort Dodge que alia vacina e vermífugo,
traz sete proteções aos ovinos em uma única
fórmula, permitindo maior rentabilidade aos pecuaristas por
permitir maior produção de leite, carne e lã.
O
Biodectin, medicamento da Fort Dodge que alia vacina e endectocida
(vermífugo) em uma única fórmula, protege os
ovinos de uma série de doenças: carbúnculo
sintomático, hepatite necrótica infecciosa,
enterotoxemia, edema maligno, tétano, linfadenite caseosa
(Mal-do-Caroço). Além disso, a combinação
com a Moxidectina (molécula exclusiva que age até
contra vermes resistentes à Ivermectina) faz com o que o
produto combata os vermes gastrointestinais e pulmonares, o
bicho-da-cabeça, sarnas e piolhos sugadores.
“O
Biodectin é uma ferramenta muito importante aos criadores
nesta época do ano, pois em algumas regiões os
criadores realizam uma revisão e seleção dos
animais destinados à reprodução, além de
ocorrer nesta época muitos desmames e, aqueles que não
são destinados ao abate, têm de receber uma dose de
vermífugo”, comenta o veterinário Leonardo Alves,
gerente de produto da linha de ovinos da Fort Dodge.
Alves
explica que, nesta época, devido ao aumento das chuvas, os
riscos de problemas com vermes gastrointestinais são mais
elevados. “Nesta época, os criadores podem optar pelo
Biodectin para aplicar nos animais com mais de dois meses de idade e
acima de 25 quilos, pois eles estarão protegidos contra as
principais doenças, além da vermifugação
com o melhor princípio ativo disponível no mercado”,
afirma.
O
veterinário ressalta ainda que, com o Biodectin, os produtores
conseguem diminuir o estresse dos animais pelo fato de o produto agir
contra várias enfermidades infecciosas e parasitas, diminuindo
o número de injeções e de manejos. Outros pontos
positivos, segundo Alves, são o preço acessível,
a alta tecnologia empregada, o fato de atuar em vermes resistentes a
Ivermetina e de ser indicado às fêmeas lactantes e em
gestação. “São diferenciais que garantem maior
rentabilidade ao permitir maior produção de leite,
carne e lã, além de proporcionar o nascimento de
animais mais pesados ao nascer, fêmeas mais saudáveis ao
parir e redução do manejo”, explica.
Vacinação,
a melhor opção para manter alta a imunidade do rebanho
Alves cita a vacinação como o melhor modo de manter
alta a imunidade do rebanho e garantir melhores resultados em termos
de rentabilidade. No caso do combate ao parasitismo em ovinos, por
exemplo, ele ressalta que, no País, estima-se um prejuízo
de US$ 100 milhões, apesar dos controles de parasitas
atualmente empregados.
“Os
prejuízos são decorrentes da redução da
fertilidade devido ao menor peso das ovelhas, menor produção
de carne em cordeiros, redução do número de
cabeças prontas para abate, custo de tratamento e queda na
produção de lã”, explica.
O
diretor de negócios da área de grandes animais da Fort
Dodge, Nilder Laganá, frisa ainda o fato de a empresa
priorizar as pesquisas de medicamentos de última geração
que atendam às demandas de modernização e
evolução da ovinocultura brasileira, setor da pecuária
que mais cresce no País.
Fonte:
ADS Assessoria de Comunicações
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